quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Conversando a gente se entende
Existem algumas formas de demonstrar insatisfação com algo que foi feito e dito. Entre tantas formas, eu sempre prefiro falar. Às vezes pode soar meio autoritário, parece que estou querendo podar ou determinar ações e palavras. Na verdade, ao falar, eu abro o espaço para discussão de um ponto que ainda está em construção. Outro meio de demonstrar insatisfação é reagindo sem compreender, às vezes de forma mais explosiva. Isso me lembrou muito o Behaviorismo, na época que eu dava aulas de Teoria da Administração. Estamos falando de estímulo e resposta. Por exemplo, se um macaco recebe sempre um jato de água cada vez que se aproxima da banana, ele vai tentar pegar a banana uma, duas vezes, mas na terceira ele não tentará mais. Isso é comportamental. Assim, tanto palavras quanto reações podem criar limites no outro. Com a diferença que, quando é uma reação, o estrago pode ser maior (dependendo das dimensões) do que quando algo é dito. E como já escrevi em um post anterior, a forma de falar pode ser melhorada, claro, mas eu ainda acredito que falar é melhor que reagir, afinal de contas não recebemos um manual de instrução de cada pessoa que convivemos. É no dia-a-dia que a gente vai conhecendo e aprendendo a lidar com o próximo. Assim, continuo achando que vale a máxima popular: conversando a gente se entende.

2 comentários:

Anônimo disse...

Esse post é vc 100%.

acho que FALAR sempre, REAGIR se necessário mas, nos dois casos, escolher os momentos, os tons, as maneiras. Essas nuances da fala e da reação podem ser, por um lado, a chave do sucesso, ao passo que podem ser a parede que não deixa a mensagem chegar pura e simples. Aí o bicho pega :)

Isso daí twtw, my dream is to fly,

beijo, cuidate chica

Tw

Terapia Coletiva disse...

Over the rainbow so high...
Bjks TW.