sábado, 29 de dezembro de 2007

Tá chegando, tá chegando ...
Já que estou de férias, me dedicando a não fazer nada de sério e útil, tava assistindo meus programinhas preferidos na GNT e as pessoas estavam falando sobre promessas de ano novo e tal. Mentalmente estava fazendo a minha listinha de metas/desejos para 2008, como voltar a estudar espanhol, continuar a jogar tênis até virar uma Sharapova (ok, voltarei a falar sério), não abandonar a academia (depois do fim do verão), viajar mais nos finais de semana, diminuir o estresse no trabalho, etc. Daí enquanto eu via tv e bisbilhotava a internet (porque eu não consigo fazer uma coisa só), achei um texto antigo do Drummond que fala de receita de ano novo. Que não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa beber champanhe nem mandar ou receber mensagens (se forem aquelas chatinhas com musiquinhas em power point, não precisa mesmo!). Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas nem acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens. Pra você ganhar um super ano novo , sem comparação com todo o tempo já vivido, um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser, a começar pelo seu interior novo, você tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo. É dentro de você que o ano novo cochila e espera desde sempre. Então, queridos, coloquem os sonhos pra fora e realizem mais. Boas iniciativas e melhores "acabativas". Feliz Vida Nova em 2008!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Estou a menos de 24 horas do início das minhas férias.
Só consigo pensar na festa de Reveillon, na viagem de férias e na viagem do Carnaval.
Voltarei com um post decente na segunda, depois de ir à praia, comer comidinha da mamãe, dormir depois do almoço, ficar na varanda lendo inutilidades e vendo o mar. Aiii, o ócio me inspira. Domenico tinha razão ...

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Especiais de Natal
Estou aqui assistindo o especial de Natal do Roberto Carlos e pensando, será que ele vai cantar "Meu Pequeno Cachoeiro"? Se ele cantar eu até perdôo essa calça jeans nevado que ele tá usando. Essas variações eternas de azul e branco nem sempre dão certo. Ontem vi parte do especial do Fábio Júnior na Record. Gente, a quantidade de botox é a mesma nos dois shows. Só consegui prestar atenção a partir da segunda música. E na terceira música eu já estava dormindo. Infelizmente neste Natal eu não consegui escapar de ouvir a Simone cantando "então é Nataaaallll". Foi na Ana Maria Braga. Minha mãe ligou a tv durante o café da manhã natalino e Simone tava lá, cantando aquela musiquinha batida em 57 idiomas. E Ana Maria não conseguiu cantar nem em português. Ficou improvisando a letra. Hilário.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Mulher a beira de um ataque de nervos
Há uns dias dei uma rodada de baiana e falei mais do que devia. Piripaque mesmo. Piti gay. Chilique. Deu defeito. Algo não muito comum para alguém controlada, racional, que gosta de ter controle das próprias emoções. Fiquei até com uma saudadezinha da época que eu fazia terapia, onde eu podia "trabalhar" o assunto com a minha amiga cara (a psicóloga). Mas, eu acabei de tentar carregar meu notebook com a bateria do meu celular, o que mostra que meu problema é esgotamento físico e mental. Fiquei mais tranquila. Faltam 7 dias para as minhas férias. Mas desses 7 dias, 4 eu tenho folga. Tá quase! Chega logo feriado! Feliz Natal aos meus milhares (de dois ou três) leitores. O meu será ótimo, comendo um chocotone trufado. Até semana que vem!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Burquini
Para quem não quer ir à praia de burca neste verão, precisa saber que dá pra mandar embora até 3kg em 7 dias com o regime da sopa mostrado no Mais Você. A popularidade do regime divulgado no programa foi tão grande que várias equipes da emissora experimentaram e aprovaram. Eles esqueceram de falar se as pessoas que passaram 7 dias tomando só sopa continuaram de pé, andando, falando e sem matar ninguém no trabalho. E por falar em regimes, um técnico agrícola de Santa Catarina produziu um pé de alface de 800 gramas. O peso médio da alface geralmente varia entre 200 gramas e 400 gramas. Vocês sabiam? Isso vai mudar nossas vidas. Desde meu último post sobre dietas eu reduzi 4,5kg e já estou quase podendo usar biquini. Ainda faltam 2 kg que serão eliminados após a orgia alimentar natalina. E só para não perder a conta: faltam 11 dias para minhas férias.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Etc e tal ...

(1)Para os capixabas que já enjoaram do circuito noturno da Praia do Canto, a ótima pedida é o jazz que rola no Augusto's Bar no centro de Vitória. Boteco arrumadinho, com fotos antigas nas paredes, chopp gelado e petiscos deliciosos.
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(2)Neste fim de semana estive em Brasília para um casório familiar e rolaram as mesmas pérolas de sempre: mãe da noiva nervosa, tias velhas fazendo a clássica pergunta "quando será sua vez?", eu respondendo as mesmas coisas de sempre, a comilança exagerada (e maravilhosa), como se o mundo fosse acabar. A novidade é que fui obrigada a fazer um city tour com a parentada. Meu tio (pai da noiva) alugou uma van com guia pra levar os convidados para conhecer a cidade. Não consegui convencer a organizadora do mini tour que já era a quinta vez que eu visitava Brasília, e lá fui eu conhecer a casa do presidente, do vice, a catedral e todo blábláblá típico de um turista mané na capital do país.
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(3)Ando tão cansada, tão sem assunto e doida pra tirar férias (faltam 18 dias!). Contagem regressiva. Boa semana!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

No fim de semana li um artigo do Stephen Kanitz e um dos parágrafos me chamou atenção. Ele dizia que aprendeu com a sua mãe inglesa a sempre dizer o que pensa das pessoas com quem convive, o que lhe causa enormes problemas sociais. Por isso já foi repreendido diversas vezes e sempre ouve que “no Brasil não se faz isso, porque magoa as pessoas”. Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. O que o convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: "Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?". Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade com ambos (razão e amigos). Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos que nos rodeiam.

Eu frequentemente sofro desse mal, falar sempre o que eu penso, o que me gera o título de grossa, mandona, dona da verdade. Confesso que sempre preferi ser a “grossa” do que a dissimulada, que ri na frente e fala mal por trás. Acho estranho todo esse teatro. Mas, “pensando aqui com os meus botões”, percebo que em algumas situações ficar calado é o melhor a se fazer. O mundo não precisa saber sempre que eu discordar de algo. Assim, eu não crio situações delicadas, a pessoa que está falando/contando algo não fica aborrecida, eu instalo o sorriso nº. 5, faço cara de paisagem e pronto, vamos em frente.


Meu pai me contou que, quando se mudou da Itália para o Brasil, já com 28 anos, não entendia muito bem quando encontrava um conhecido na rua e a pessoa falava na hora de se despedir: “passa lá em casa qualquer hora dessas”. Ele ia mesmo. Aqui isso nunca foi certeza que a pessoa quisesse que você realmente aparecesse na casa dela. Falar por educação não é característica do europeu. Acabei assimilando esse “falar na lata” o que me causa alguns conflitos sociais. Acho a busca do meio termo uma tarefa árdua, que deve ser perseguida diariamente. Não gostaria de me enquadrar na cultura brasileira de dizer o que não sinto, só pra não perder o amigo. Mas como diria minha terapeuta, nem tudo precisa ser dito. O silêncio, em vários momentos, tem o seu valor. Bem, vou incluir essa melhoria na minha listinha para 2008. Boa semana!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

O Circo de Soleil é o máximo: há quatro meses, quando resolvi comprar os ingressos, fui movida mais pela curiosidade do que pelo gosto por circos. Fui surpreendida por um espetáculo lindo, altíssimo nível, um luxo radioso de sensações. Após duas horas e meia eu ainda queria mais. Valeu cada centavo dos 150 reais do ingresso. Se você não conhece vá, se acha caro a brincadeira (e é mesmo, pq envolve além do ingresso, a passagem aérea pra quem mora fora do circuito de apresentação do circo, além de um hotelzinho pra pernoitar), compre o dvd. O figurino impecável, a iluminação perfeita, a interação com o público te fazem esquecer do mundo lá fora. Agora estou inquieta imaginando uma coisa: se o "Alegria", que é itinerante, já foi fantástico, com uma tecnologia impressionante, imagino como devem ser os espetáculos fixos do circo em Las Vegas, em especial o aquático "O". Taste Vin: aproveitando a estada na capital mineira saímos pra jantar. O escolhido foi o francês Taste Vin, premiado como o melhor restaurante de BH. A especialidade? Souflés deliciosos, fofinhos, divinos e calórios rs... Não há dieta no mundo que resista a um souflé de queijo gruyère, com camarão e champignon. As trufas após o café expresso encerraram a orgia gastronômica com chave de ouro. Tarefa de gincana: para confirmar a total loucura das mulheres por compras, o domingo começou cedo com a feira de artesanato. Formigueiro de gente carregando sacolas e se preparando para o Natal. Não consigo escolher coisas no meio de uma multidão brigando por um espacinho entre as barracas. A minha sorte foi ter tido uma companheira de viagem que tem olho de águia e consegue identificar combinações perfeitas e chiques no meio de uma infinidade de possibilidades. Então ... da viagem valeu muito a pena e eu faria de novo: o circo do sol, o souflé do Taste Vin, a loucura do Mercado Central. O que eu não faria novamente: sair sábado à noite em BH, querendo balada além de um boteco arrumadinho (contrariando aquele gordinho sertanejo, claro que há lugar melhor que BH). O que eu não farei nos próximos 15 anos: ir à feira da Afonso Pena às vésperas do Natal e nem ficar num hotel mequetrefe no centro da cidade.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Cirque du Soleil leva 'Alegria' ao público mineiro
Oba, eu vou! Na minha ausência comportem-se. Nada de baixaria, discussões por email, alfinetadas coletivas, puxadas de tapete, furação de olho, agressões verbais, e-mails anônimos, piadas internas e afins. No mais aproveitem o fim de semana que tá cheio de programação pra quem for ficar em Vitória: show dos Engenheiros do Hawaii (nem sabia que ainda existiam), show do Roberto Carlos no Álvares (puxa, não é Cachoeiro!?), Daniela Mercury no Dom Bosco, peça de teatro no Carlos Gomes. Até a volta!

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Fofocas, intrigas e outros males
Já ouviram aquela história da mulher que foi se confessar e narrou suas fofoquinhas leves ao pároco? Este deu-lhe como penitência ir ao alto de um morro que havia na cidade e espalhar as penas de um travesseiro. Depois, descesse,catando uma a uma. E ela perguntou como poderia catar se o vento já tivesse levado as penas para cada vez mais longe. E o padre falou que assim são as fofocas. Como poderá recolhê-las depois que se espalham?

Já declarei outras vezes que abomino a fofoca. Tenho observado pessoas que curtem esse esporte, e percebo que normalmente a fofoca vem de mãos dadas com a intriga. Qual a importância de saber como o colega fez pra comprar um carro novo e de onde veio dinheiro para pagá-lo? Qual a importância de perceber que o colega vive em festas se não tem renda para tal? Importa sim tudo a respeito de nós mesmos. A fofoca parece uma descarga de inveja, à qual não posso dar vazão claramente. Então ouso fofocar sobre o que me incomoda. Até aí, fofoca enquanto curiosidade, dos males o menor. Já a intriga é a fofoca com uma pitada de mentira e uma tonelada de maldade. Por exemplo: não posso ter liberdade, então crio mecanismos para coibir quem a possui, por meio de artimanhas. Falo mal de alguém a quem desejo, mas não posso ter. Enveneno os relacionamentos afetivos alheios já que o meu está uma droga, ou nem existe. Prejudico, deliberadamente, uma carreira. Podo uma alegria. Piso em canteiros, digo que foi beltrano. Abro o portão para que fuja o cão com pedigree que eu não consigo comprar e lanço a culpa em quem passou. Prejudico aquele que me incomoda com sua felicidade, com sua inteligência, beleza, notoriedade, etc. Quanta gente tenta justifica a própria fraqueza e infelicidade fazendo com que o outro também seja infeliz. Se sou incapaz de lutar para ter o que mereço então vou fazer alguma maldadezinha pra diminuir a felicidade do outro. Assim, todos ficaremos infelizes. Felicidade alheia incomoda, não é mesmo? Há pessoas que tecem caminhos intermináveis de pequenas maldades. Acham-se normais, e fazem da intriga o seu hobby. Somente estão satisfeitos a cada tijolinho arrancado no muro de alguém. Por isso, não gosto de fofocas, nem de fofoqueiros. O mesmo vale para invejosos e pessoas que curtem uma intriga. O psicoterapeuta Ângelo Gaiarsa, autor do livro "Tratado geral sobre a fofoca" acredita que a fofoca é, na maioria das vezes, provocada pela inveja. A quantidade de fofoca que existe no mundo é diretamente proporcional à quantidade de desejos não realizados. Minha terapeuta sempre me disse que independente do que eu faça, as pessoas sempre vão falar. Então, o melhor a fazer é não permitir que os preconceitos, vetos familiares e piadas de "amigos" sejam determinantes de nossos atos, frustrando-nos a liberdade de sermos nós mesmos. Viver pensando "o que dirão de mim?" é sufocante. Toma nosso tempo, trava, amordaça, algema. Não sejamos prisioneiros da verdade alheia. Boa semana, falem menos dos outros, cuidem mais da própria vida e sejam felizes!

domingo, 18 de novembro de 2007

Depois de dois dias de muita chuva, antes que eu começasse a construir uma arca pra me salvar do dilúvio, eis que surge o sol... Manguinhos estava uma delícia, com as espreguiçadeiras no gramado do Vagão, a caipi abacaxi (acho que estou compulsiva para caipi abacaxi - sem açúcar, of course), e um céu lindo, que debochava da previsão do tempo que indicava dia nublado com chuvas esparsas.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Você é hands on? (Max Gehringer)
Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança,criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico. Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico. Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.
Seu Borges: Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: In a hurry!
Seu Borges: Saúde.
Fabiana: Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: O senhor não prefere que eu digitalize o relatório?Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: Como assim?
Fabiana: É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: Futuro? Que futuro?
Fabiana: É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: Hã?
Fabiana: Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: Claro que sou!
Fabiana: Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções: Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas. E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas. Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores. Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel. Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular,o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática, energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação, só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror detodos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida. Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: o que é capaz de resolver, mas não de impressionar.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007


E o aniver de 3.3 foi assim: delicioso, com comidinhas gostosas, orgia etílica, local agradável, música de boa qualidade e uma mesa lotada de amigos especiais. Parei pra contar quantas pessoas foram, apesar das "caipis" que eu consumi, consegui chegar ao número 20. Obrigada a todos que estiveram lá e também aos que não foram mas justificaram a ausência (isso demonstra carinho e gentileza). Adorei os presentes (sainha de jogar tênis, muitos creminhos cheirosos, bijoux, ...). Faltou somente uma coisa: a máquina fotográfica! Eu sempre esqueço. Deve ser a idade avançada. Agradecimentos especiais à tia Bibi que registrou algumas fotos pelo celular e à fornecedora do bolo "ML buffet" que preferiu colocar uma vela número zero ao invés de uma interrogação ha ha ha.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Se essa moda pega ...
Trabalhadores protestaram em frente a uma agência do INSS de Porto Alegre. Eles afirmam que passam por situações constrangedoras durante as perícias médicas. Os manifestantes reclamam que são obrigados a tirar toda a roupa durante as perícias. Os manifestantes tiraram a roupa pra protestar (Fonte: Terra). Olha que beleza! Pra protestar contra o constrangimento de tirar a roupa na frente de um médico durante a perícia médica, eles resolveram tirar a roupa na frente de todo mundo, com direito a fotos na imprensa etc. Fico "encantada" com a coerência desses protestos.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

E o feriado foi uma delícia: praia, dunas, pousadinha legal, muitos cajueiros (adoro caju!) espalhados pelo caminho da praia, nativos cantando, gringos tentando sambar, comidinhas gostosas, companhia ótima ... Estou parecendo presidiária marcando no calendário com um "x" a cada dia, doida pra que minhas férias cheguem logo. Enquanto isso, que venha o próximo feriado! Boa semana.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

A gente fica um tempão sem se ver, mas quando se encontra é uma bagunça só. Foto 1: eu e Maitê (linda!!!) me mostrando a idade dela. Foto 2: primos posando para foto na casa da Manu em Brasília.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Solteiros procuram ...
Minha mãe acabou de me ligar e disse que se eu não tivesse namorado iria me indicar um site de solteiros católicos. Rolei de rir por alguns minutos e depois achei que pudesse ter utilidade pública pra quem está buscando a "tampa da panela". Tchutchucas de plantão, façam bom proveito eheheh.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

O prefeito Cesar Maia sancionou o Dia do Flamenguista. A data comemorativa dos rubro-negros passou a ser comemorada no dia 28 de outubro, mesmo dia do padroeiro do Flamengo, São Judas Tadeu. De autoria do vereador Jorge Mauro, a data passou a fazer parte do calendário oficial da cidade do Rio de Janeiro.

Eu sou flamenguista, acho que todo dia é dia de comemorar a raça rubro-negra. Mas daí a ter dia no calendário, é muita falta do que fazer. Por essa e por outras que tem túnel desabando ...

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Fico comovida com as opções culturais do final de semana. Estou com uma dúvida imensa se vou ao show do Belo ou da Wanessa "Buaiz" Camargo. Nem vou comentar do show do César Menotti e Fabiano que rola hoje. Ainda bem que existe a Big Bat Blues Band pra não me deixar entrar em depressão musical. Bom fim de semana!
Conto de Fadas para Mulheres do Século XXI
Era uma vez, numa terra muito distante, uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima que se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas. Então a rã pulou para seu colo e disse: "Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe, e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e seríamos felizes para sempre". Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava ... "Nem morta!"

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Ainda bem que não sou pensionista ...
Pensionistas tiraram a roupa em frente ao prédio da empresa no centro do Rio para protestar contra as políticas de aumento salarial diferenciado para funcionários da ativa e aposentados.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Para pensar...
Uma noite, um velho índio Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas. Ele disse: "Meu filho, a batalha é entre dois lobos dentro de todos nós. Um é o mau. É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, orgulho falso, superioridade e ego. O outro é bom. É alegria, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé." O neto pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô: "Qual lobo vence?" O velho Cherokee simplesmente respondeu: "O que você alimenta".

domingo, 21 de outubro de 2007

Shake break
Estou aqui, no meio do nada em Brasília (sim, porque domingo isso aqui é um deserto), num hotel mequetrefe (não fiquem no Carlton, ele é caro e mal cuidado) e esperando pelo meu curso que começará amanhã. Numa das paradas no lobby do hotel pra ler um jornalzinho que fala mal do senado, escuto a animação total de um evento da Herbalife que tá rolando numa das salas. Como todo evento, fiquei imaginando o que seria servido no coffe break e no almoço. Minha imaginação nem precisava ir tão longe. Umas duzentas pessoas com uma garrafinha de shake na mão, uma goiaba na outra e meia banana de sobremesa. Literalmente um shake break. Sou muito primitiva pra passar fome e continuar de bom humor. Se eu tomasse shake no almoço provavelmente seria presa por agressão no trabalho. Boa semana!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Reflexão do Dia
"Pessoas inteligentes falam sobre idéias, pessoas comuns falam sobre coisas, pessoas medíocres falam sobre pessoas." É isso aí pessoal, quem cuida bem da própria vida não terá tempo de falar da vida alheia. Falar da vida dos outros pode ser falta de assunto, então, leia mais!Bom fim de semana!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Who's that girl?


Responda corretamente e ganhe 01 aula grátis de personal, às 04 h da matina.

domingo, 14 de outubro de 2007

Celebrando o Amor



E o super casório do fim de semana foi assim : festa linda, convidados animados (alguns bem, bem animados...rs), noivos felizes. Comemoração merecida. Num mundo com relações descartáveis, onde o troca-troca é a regra e laços não se criam, amores de verdade merecem celebração. Um brinde às relações estáveis e duradouras!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Pérolas inúteis para sua tarde (deve ser piada)

Li no Globo on line: "os 37 anos de Marcelo Silva, marido de Susana Vieira, vão ser comemorados com uma festa-surpresa no restaurante Tizziano, na Barra da Tijuca, no dia de seu aniversário, 23 de outubro. Os amigos do PM vêm sendo convidados em sigilo, tudo para Marcelo se surpreender no dia."

Surpresa? Jura? Ou o sujeito passa mais tempo frequentando inferninhos no centro do Rio do que lendo fofoca na internet, ou os conceitos de sigilo e surpresa mudaram e eu não sei.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Tarefa de Gincana?
"Em maio de 98 escrevi um texto em que afirmava que achava bonito o ritual do casamento na igreja, com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, mas que a única coisa que me desagradava era o sermão do padre: Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe? Acho simplista e um pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões: Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade? Promete saber ser amiga (o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica? Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar? Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e, portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela? Promete se deixar conhecer? Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor? Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda? Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros? Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina? Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja? Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher, declaro-os maduros". (Mário Quintana)

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Depois de 15 dias fazendo cursos, enclausurada em hotéis, me alimentando a cada 2 horas com uma infinidade de petiscos nada saudáveis (coffe break tinha que ser banido dos cursos!), está começando o Projeto Verão 2008. Meta: jogar frescobol vestindo apenas biquini de lacinho, na Praia da Enseada, na hora do rush. Conto com a colaboração de todos. A gerência.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Não existe uma fórmula única para ser feliz. Se a tal pílula inibidora de emoções descrita em "Admirável Mundo Novo" fosse possível, nós entraríamos na farmácia e pediríamos dois vidros para o atendente. Algumas pessoas até tentam neutralizar a infelicidade com um lexotan aqui, um floral ali e algumas biritas acolá. Cada um tem sua receita para sentir-se melhor. Mas uma coisa que eu acredito valer muito é a energia positiva em tudo que a gente faz (não, eu não li O Segredo). O mundo é feito de energia, e cada vez que alguém acorda mal humorado porque não ganhou na mega sena e tem que sair cedo pro trabalho, chuta o cachorro, entra de cara feia no escritório onde todos se odeiam, murmura um xingamento contra o chefe, olha a pilha de relatórios inacabados em cima da mesa, reclama da vida, acha que o mundo está contra, começa a achar que seu colega de trabalho está com um complô pra tomar seu lugar, sai pra pagar contas, enfrenta uma super fila no banco, reclama novamente, deseja ter outra vida, imagina que fulano é feliz porque tem mais dinheiro, que seu dia ainda vai chegar, que essa uruca há de passar... (blá blá blá), sinto muito, mas a vida não vai melhorar. Muita gente ainda fica com uma certa felicidadezinha ao saber que um amigo se deu mal no emprego, ou que o relacionamento afetivo do outro vai mal, pra poder se justificar e continuar vivendo aquela vida nem tão feliz, nem tão satisfatória, nem tão agradável, mas que não dá trabalho porque não envolve mudança. Essa tal melancoliazinha que causa inércia é a preferência de muita gente. Enfim, é pouco provável que a vida dessa pessoa melhore. Esse tema sempre cai na vala da auto-ajuda, mas precisa ser dito. Ser feliz não é se justificar na infelicidade alheia. Todo pensamento é formado de energia e conforme pensamos moldamos essa energia de acordo com nossas emoções, definindo sua intensidade. O nosso subconsciente além de ter a capacidade de modificar nossas atitudes, também atua no que está a nossa volta, realizando aquilo que foi planejado por nós. Todas as sensações sejam de alegria, medo ou raiva partem de um pensamento. Quando fantasiamos, por exemplo, teremos como resultado final uma frustração. O sonho ou a fantasia de um marido ideal ou um príncipe encantado de contos de fadas, sempre acabou em frustração ou solidão, pois tal pessoa não existe. O mesmo ocorre com o emprego ideal, com a mulher nota 10, com o filho perfeito, e pior ainda quando comparamos algo ou alguém com um sonho, com algo tão perfeito que não existe em ninguém. A realidade não está nos livros de romance que lemos, mas sim no nosso dia a dia, escolher o melhor para nós é nosso dever, para isso basta fazer por merecer as coisas boas da vida, as fantasias sempre acabam em frustrações e afetam nosso sistema imunológico. Muitas vezes temos a pretensão de mudar as coisas para satisfazer-nos, e daí para frente tudo dá errado, pois a pretensão é oposta a realização. Uma pessoa não vai deixar de ser ela mesma só para satisfazer um capricho seu, nem a empresa que você trabalha vai se adequar naquilo que é melhor para você. Isso é pretensão e não pensamento positivo, pois não tem o princípio ativo que é a realização, enquanto você faz um esforço tremendo para mudar uma realidade os outros fazem um esforço natural para mantê-la. É aceitar que aquele seu colega de trabalho não vai com a sua cara e quer mesmo puxar seu tapete, e por isso você terá um pouco mais de trabalho para reverter isso. Ele pode não virar seu melhor amigo, mas vai te respeitar. É parar de reclamar e começar a agir. Deixa de dizer que vale muito mais do que te oferecem, e começar a buscar soluções possíveis. Muita gente quer solução sem ação. Não existe bônus sem ônus. Quer que o grande emprego apareça, mas não quer passar pelo sacrifício de estudar nos fins de semana. Quer que o príncipe encantado bata na porta de casa, mas continua investindo em “ficantes” sem futuro, quer ter o corpo lindo e sarado, mas continua comendo porcaria diariamente e adiando o início de alguma atividade física. Reclamar que o mundo está contra tudo não melhora a situação. É energia gasta inutilmente com tanta lamentação. Pessoas positivas se reconhecem, se entendem, se ajudam. Os pensamentos resistentes (do tipo eu não mereço, isso não é para mim, eu não consigo, eu já tentei, etc) ou os pensamentos conformistas (do tipo eu nasci assim, isso é Karma, etc) só levam ao fracasso. O melhor remédio para isso é assumir a própria fraqueza, e começar a pensar que “se o mundo todo está contra mim, é provável que eu esteja contra o mundo”. Novos mapas mentais, novas formas de pensar, agir e reagir contra a si mesmo e contra a vida são necessários na busca do que realmente vale à pena: ser feliz. (Fonte: alguns trechos foram adaptados de http://www.alemdeeducar.com.br/)

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Esse post (ainda na linha "fofocas e baixarias do mundo das celebridades") é dedicado à minha amiga Malu, que se atrasou 01 hora para chegar ao show do Ira!, porque estava fazendo escova de chocolate e escolhendo a roupa fashion e brilhante para sentar na arquibancada do Ginásio Álvares Cabral, o que me fez perder o show. Depois da notícia abaixo, só me resta acostumar com a idéia de assistir o cover dos meus ídolos.

Separação do IRA!
O vocalista Nasi declarou que não há mais condições psicológicas de continuar na banda. A situação do grupo se tornou insustentável após o empresário do IRA, que também é seu irmão, tê-lo agredido armado de uma faca. A agressão teria ocorrido porque Nasi pediu ao empresário a prestação de contas de todos os shows do Ira desde o lançamento do disco Acústico MTV, em 2004. Não atendido, Nasi teria se recusado a participar de um show. O vocalista também acusa o irmão e empresário de ter registrado para si o nome "Ira!" sem seu consentimento. O vocalista não poupou os outros integrantes da banda, que segundo ele eram coniventes com o empresário. O cantor chama Edgard Scandurra de um "canalha que vive exercitando seu poder para intimidar os outros", e seu irmão de "lixo humano". O vocalista descarta qualquer possibilidade de voltar ao Ira enquanto seu irmão for o empresário.

Com isso conclui-se que:

a) Quando o dinheiro entra na história, as pessoas esquecem o grau de parentesco; b) Que sempre haverá algum bandido para desfrutar da fama e talento alheio; c) Que trabalhar em grupo é mesmo uma tarefa de gincana; d) Que depois de uma baixaria dessas, a relação nunca será a mesma; e) Que eu realmente estou sem inspiração pra postar algo decente de ser lido.

domingo, 9 de setembro de 2007

A musa russa Maria Sharapova não quer ver nem pintado o ex-namorado Adan Levine, vocalista da banda pop Maroon 5. Em entrevista a uma revista russa, Adan disse que a tenista, famosa pelos gemidos na quadra, não faz barulho algum na hora h. "Não preciso nem dizer como fiquei desapontado com isso. Como todos, eu realmente pensei que ela gritasse muito. Ela fica deitada igual a um sapo morto. E ainda ficou irritada quando eu gemi, dizendo que isso tirava a concentração dela''. Pois é, ninguém é perfeito mesmo, jogando bem e sendo linda desse jeito, tinha que ter um defeitinho...

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Já que o tênis dela não chama atenção, resolveu apelar para o modelito. Surreal. Bethanie Mattek precisa de uma personal stylist urgente!
No meio de uma semana tumultuada de trabalho, antes que eu me torne um Jason Bourne, vamos de poesia pra aplacar os ânimos. Fernando Pessoa me acalma:

Segue o teu destino
Rega as tuas plantas
Ama as tuas rosas
O resto é a sombra de árvores alheias
A realidade sempre é mais ou menos
O que nós queremos
Só nós somos sempre iguais a nós mesmos (...)

domingo, 2 de setembro de 2007

Algo que tem me incomodado ultimamente é ouvir tantas histórias sobre mentiras em relacionamentos. Fulano que namora fulana "a" há muito tempo e se envolve com fulana "b" e não conta pra "caixa 2" que ela não é a matriz e sim a filial. Sem contar que a namorada/ noiva oficial nem desconfia da "second life" do sujeito. Em outras vezes o rapaz até conta pra "caixa 2" que ele não é assim tão livre, mas não se posiciona, enrola, adia uma decisão, enfim ... quanta energia gasta inutilmente. Apesar de ter uma quedinha pela monogamia (mas isso é questão de gosto), acredito que relacionamentos abertos podem dar certo sim, desde que isso seja combinado. Ta aí um verbo que eu adoro: c-o-m-b-i-n-a-r. Por falar em fidelidade, adultério, mentiras, monogamias e afins, estou lendo um livro da Regina Navarro, psicanalista, chamado "A cama na varanda". Ai vai um artigo dela sobre o assunto:

Adultério
Homens e mulheres flertam, se apaixonam e namoram acreditando ter encontrado o ‘verdadeiro amor’, para com ele ficar a vida inteira. No entanto, poucos se contentam com um único parceiro sexual, mesmo enfrentando altos riscos. O adultério sempre foi punido com crueldade pelo mundo afora com açoitamento público, morte por apedrejamento, etc. Mas a infidelidade acontece a toda hora, em todos os lugares, com as pessoas comuns e com as famosas. O príncipe Charles e Bill Clinton foram dos mais comentados no final do século passado. E a infidelidade da mulher? Desde a infância foi ensinado a ela que deveria ter relações sexuais apenas com o marido. Isso fez com que se sentisse culpada ao perceber seu desejo sexual por alguém que não fosse ele. A dependência econômica também foi uma motivação importante da tendência monogâmica presente na nossa cultura. O marido jamais admitiria uma infidelidade e dessa forma a mulher não teria como sobreviver. Um flagrante de adultério, por exemplo, faz com que a mulher perca todos os seus direitos. Com a pílula anticoncepcional e a emancipação feminina as coisas começaram a mudar. O número de mulheres infiéis tem se igualado ao dos homens e o adultério começa cada vez mais cedo para ambos os sexos. Pesquisa realizada na Inglaterra, dirigida às mulheres que trabalham fora, comprova que 2/3 das casadas ou com companheiro estável responderam ter cometido adultério. E 72% garantiram que era melhor fazer sexo com o amante. Entretanto, o adultério não é nada simples. O conflito entre o desejo e o medo de transgredir é doloroso. A fidelidade não é natural e sim uma exigência externa; numa relação amorosa estável as cobranças de exclusividade são constantes e aceitas desde o início. Com toda a vigilância que os casais se impõem, a fidelidade conjugal geralmente exige grande esforço quando a pessoa se sente viva sexualmente e não abdicou dessa forma de prazer. Assim, as restrições que muitos têm o hábito de estabelecer por causa do outro ameaçam bem mais uma relação do que a ‘infidelidade’. Mesmo porque, reprimir os verdadeiros desejos não significa eliminá-los. Quando a fidelidade não é espontânea nem a renúncia gratuita, o preço se torna muito alto e o parceiro que teve excessiva consideração tende a se sentir credor de uma gratidão especial, a se considerar vítima, a se tornar intolerante, inviabilizando a própria relação. Todos deveriam saber que o desejo sexual por outras pessoas constitui parte natural da pulsão sexual. Provavelmente diminuiriam os crimes passionais. Apesar dos conflitos, medos e culpas, da expectativa dos parentes e amigos, dos costumes sociais, e dos ensinamentos estimularem que se invista toda a energia sexual em uma única pessoa, está na hora de deixar de negar o óbvio e começar a questionar se fidelidade tem mesmo a ver com sexualidade.
O que vocês acham? Boa semana!

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Recebi alta da terapia. Minha psicóloga disse que eu estava recuperada e pronta para voltar à vida social novamente, sem representar nenhum perigo para a humanidade ha ha ha. Falando sério agora, se você ainda acha que terapia é coisa de gente maluca, ou se pensa que o psicólogo é apenas um amigo caro e mercenário que está interessado no seu dinheiro e que o tratamento não tem nada a ver com auto-conhecimento e qualidade de vida, leia mais sobre isso: Terapia. Por que fazê-la?

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Uma jornada pela miséria humana
Assisti Baixio das Bestas, do cineasta Cláudio Assis. Entre momentos de repulsa e admiração o filme marca o público de uma maneira difícil de esquecer. Uma menina explorada sexualmente pelo avô, um grupo de jovens que aterroriza a cidadezinha, prostitutas violentadas, excesso de nudez e palavrões. O filme retrata a miséria de pessoas desprovidas de moral e esquecidas em uma cidade onde não há leis. A história é a realidade do interior nordestino: violência e ignorância. A prioridade é a controvérsia. Difícil de digerir. Aí está o seu mérito, mostrar, chocar, provocar e fazer o público pensar no que viu.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Mudar é preciso
Após cinco anos trabalhando na minha área de formação (Planejamento e Gestão), resolvi arriscar. É fato que mudar dá um frio na barriga, uma insegurança lá no fundo. Depois de tanto tempo sendo referência em determinado assunto, largar tudo e começar do zero em outra atividade é um desafio e tanto. Estava amadurecendo a idéia no último ano, avaliando meu futuro profissional, meus projetos, aspirações, enfim....rodando um PDCA na minha vida. Vontade só não bastava. Um convite tentador e a liberação gerencial eram condições necessárias para a mudança. Isso aconteceu. Estou em outra função, com novos colegas, sob nova direção. Como não existe almoço de graça, a carga de trabalho é muito maior. Entretanto (lembrando Pollyana e seu Jogo do Contente), do novo posto de trabalho vejo o céu e as árvores da casa do vizinho. Isso pra quem trabalha o dia todo enclausurado num prédio é um presente. Criamos resistência ao novo, porque é incerto, temos liberdade para escolher, mas não para controlar as consequências dessas escolhas. Deixamos de conviver com pessoas queridas, perdemos a rotina confortável, mas ganhamos novas perspectivas, um novo cenário. Nada cai do céu, falta de sorte é desculpa de quem não corre atrás, ou não sabe pra onde quer ir. Reclamar sentado não resolve. No meu caso não foi apenas força do pensamento, muito menos um sonho premonitório onde um guru da Administração Moderna apareceu e me disse: "Just do it! ". Precisamos "ventilar" os nossos sonhos. Pedir ajuda/ conselhos profissionais de pessoas experientes, escolher um coach (conselheiro profissional), sinalizar vontade de respirar outros ares e ter paciência para aguardar o momento adequado. O medo imperra, sufoca, deprime, acorrenta, atrasa a vida. Mudar é preciso e faz bem a saúde. Bom fim de semana!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Tenho saudades da época em que eu era feio. Não que eu tenha me tornado um Tiago Lacerda ou um Brad Pitt, mas antigamente – leia-se, há uns anos – o motivo principal da minha rejeição pelas mulheres era a feiúra. Mal começava a interação e as meninas, muito educadamente, falavam que não rolava, pois não havia química, que elas tinham namorado ou estavam ficando com alguém, etc. Algumas mais sinceras falavam que eu era feio mesmo. No fundo eu sabia que a questão era mesmo estética. Eu pensava como na propaganda: tudo bem!! Por mais que doesse, eu sabia que para cada não, haveria outro sim. E continuava, sempre achando alguma que me achasse bonitinho ou simpático (o famoso feio gente boa). Sempre rolava. Que saudade... As coisas mudaram. O ano de 1981 está ficando cada vez mais longe. Estou envelhecendo e os argumentos das mulheres (saíram as meninas) se tornaram muito mais complexos. Hoje, os meus foras começam assim: “Até que você é legal, mas...”, ou “você não sabe o que eu já passei na minha vida”, “o meu último namorado fez isso e aquilo comigo” e a pior de todas: “você é pra casar, mas...”. Sinto falta da minha feiúra. Sem dúvida, elas ficaram mais sinceras. Não precisam utilizam mais metáforas, é aquilo que elas sentem mesmo. Mas por quê? Está certo, cientificamente comprovado, que as mulheres são seres muito mais evoluídos do que o homem. São complexas. Como ser inferior, devo admitir, a minha completa incapacidade de assimilar certos conceitos. Para o homem só há feio ou bonito. Para as mulheres, existe o “mas”. Cada fora que recebo, ultimamente, é quase uma seção de terapia. Sou apresentado a tantas questões e variantes que saio mais confuso do que entrei. Sou constantemente punido por infelicidades em relacionamentos anteriores. Já cheguei a levar um fora por ser de Cachoeiro, a cidade das Sete Maravilhas. Se não quer, e elas sabem disso antes de nós, diga não. Esta é uma das poucas decisões de nossa vida que não se precisa justificar, e qualquer tentativa de emenda, sai pior do que o soneto. Sejam sinceras com os homens, e principalmente, sejam sinceras consigo mesmas. Por mais que perguntemos o porquê, já sabemos a resposta. Não vai rolar. Por favor, não prolonguem relacionamentos sem futuro e, principalmente, não dêem falsas esperanças a ninguém. Autor: Lucas La Rocca, pateta com as mulheres e bobo nas horas vagas, promete que na próxima semana os homens estarão na berlinda. Aguardem!

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Estou deixando o exílio e entrando enfim numa existência superiormente interessante. Hoje eu entendi exatamente o que Eça de Queiroz queria dizer em 1878, quando escreveu que ''cada hora tem seu encanto diferente, cada passo conduz a um êxtase, e a alma se encobre de um luxo radioso de sensações''. Nada como um dia após o outro.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Que o cachoeirense pensa que Nova York faz parte da "Grande Cachoeiro" eu já sabia, mas agora eles se superaram. Auto-estima alta tem limite. A escolha do Cristo Redentor como uma das novas 7 Maravilhas do Mundo empolgou os capixabas. A prefeitura de Cachoeiro vai promover a escolha das 7 Maravilhas da cidade. A votação será realizada pela Internet e por urnas que estarão espalhadas pela cidade. São 20 pontos selecionados ( a casa do Roberto Carlos está entre elas! ha ha ha).

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

De perto ninguém é normal

No meio da 578ª repetição de alongamento na fisioterapia, comecei a prestar atenção na conversa da maca do lado. Uma senhora de meia idade conversava com o fisioterapeuta.

Senhora: estou tendo dificuldades em entender Física Quântica ...
Fisio: por que a senhora precisa entender isso?
Senhora: porque eu sou ufóloga, meu mestre é de Brasília.
Fisio: mestre?
Senhora: é, mestre, ele é um ET que aparece em forma humana para passar os ensinamentos. Os grandes centros desta área no Brasil são Brasília e Mato Grosso.
Fisio: a senhora já foi abduzida?
Senhora: não, mas eu conheço um casal que teve o bebê abduzido, após trabalho de parto dentro do taxi, no percurso da casa para o hospital.
Fisio: ah ...
Senhora: em um dos nossos encontros conseguimos materializar ouro.
Fisio: nossa ... (prendendo para não rir)
Senhora: você já encontrou sua parceira ideal? Ela deve ser de Capricórnio, porque vc é da Constelação de Plates (?!).
Fisio: sou?
Senhora: você tem covinhas quando ri, isso é característica.
Antes que ela olhasse pra mim e falasse que meu par ideal não mora na Via Láctea, eu saí de fininho. Imagina, numa simples sessão de fisioterapia chegar a essa drástica conclusão. Eu não suportaria. Agora to aqui pensando com os meus "botões", será que ela fumou um antes de ir pra clínica, ou será que o excesso de ultrassom causa alucinação ou é a minha culpa católica que me impede de acreditar nessas viagens?

terça-feira, 31 de julho de 2007

Since 1992
Ahh que delícia, minha turma da faculdade reunida! Essas meninas estão aqui pra provar que amizade de verdade não tem prazo de validade. São 15 anos e muitas histórias. Adorei o reencontro. Precisamos celebrar a vida mais vezes.

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Dúvida
Após concluir que uma lesão no joelho sai muito mais caro que equipamentos adequados para jogar tênis, resolvi tirar o escorpião do bolso e adquirir os mimos (tênis, sainhas, acessórios para raquetes). Entrando na Ranking, chega um vendedor-modelo-cheio-de-graça.
Vendedor: oi, posso te ajudar?
Eu: qual o nome daquele acessório que evita vibração no jogo de tênis?
Vendedor: antivibrador.
Eu: quais modelos você tem?
Vendedor: é pra você?
Eu: não, é pra minha raquete.
O vendedor ficou mudo de vergonha e eu to até agora tentando entender o que eu faria com um antivibrador... Por favor, não respondam.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Classificados
Compro joelho esquerdo em bom estado ou troco por joelho lesionado (em vias de recuperação por fisioterapia e muito gelo). Pago a diferença. Interessados enviem raio-x e ressonância magnética. Joelho sedentário vale mais. Não aceito joelho de tenista. Favor não insistir.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Frio, serra, caldos quentinhos, vinho, chocolates, música boa, compras de quitutes caseiros na rua 24 horas (que não fica aberta a noite toda heheh)... Isso tudo é possível este mês. Está rolando o Festival Internacional de Inverno de Domingos Martins e o Inverno Pop no Rancho Lua Grande. A programação é extensa e variada, com muitos shows gratuitos. O clima é ótimo e a comida compensa. Diversão garantida.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Divagando sobre o amor ...
Escrever sobre o amor é uma empreitada arriscada, vivê-lo então nem se fala. Estava lendo um texto onde Roland Barthes coloca que passada a primeira confissão, “eu te amo” não quer dizer mais nada. É na conversa que nosso verdadeiro corpo se mostra. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá ... Lembrei da Adélia Prado que disse uma vez que “erótica é a alma”. Sem o prazer da conversa, sem ação efetiva, o “eu te amo” cai no vazio, na repetição automática. Nosso trajeto amoroso costuma seguir três etapas: a 1ª é a captura da imagem do ser amado. A 2ª é uma série de encontros onde o novo casal fica maravilhado por tantas coincidências e afinidades. Nessa fase muita gente pensa que achou a tal “tampa da panela”, que daqui pra frente tudo vai ser diferente. O 3ª etapa é o conhecimento do outro como ele realmente é, a imagem que nos apaixonamos se desfaz e há a quebra da ilusão. Após a fase de paixonite aguda e cega, cheia de suspiros, é chegada a hora de pesar se os defeitos do parceiro podem ser tolerados, se existe um plano maior de construção coletiva do casal, se há flexibilidade para adaptações sem que isso gere cobranças e uma dívida emocional pra vida toda. Nada mais desgastante do que ficar abrindo o baú e jogando na cara do parceiro cobranças antigas, como se o objetivo fosse sempre ter uma carta na manga para na hora certa ganhar o jogo. Se propor a partilhar é mesmo uma tarefa de gincana. O outro precisa ser considerado parceiro de vida e não um adversário. Lembram do texto do Rubem Alves sobre relacionamentos do tipo tênis e frescobol? É por aí, relacionamento feliz é igual frescobol porque se um erra o lance, os dois perdem. Mas, se um torce para o outro vacilar para dizer “viu, eu estava com a razão”, o que se ganha é o distanciamento. Fim do game. O que vale é ter razão ou ser feliz? Boa semana!

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Vende-se irmão modelo 1970
Fim de semana passado recebi um torpedo que dizia: "ligue a tv, você tá jogando a final com a Vênus". A criatura se referia à final feminina de Wimbledon entre Vênus Williams e a francesa Marion Bartoli. Ta ok, nunca tive pretensão de ser a Sharapova, que além de linda de morrer sabe jogar tênis, mas daí a ser comparada à Marion "Barangoli" ... Anotei o nome do autor do torpedo numa listinha (já que não existe 'ex irmão mais velho' vou descontar nos presentes de Natal). Aquele careca metido a André Agassi me paga.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Reflexão da Semana

A única relação que deve ser mantida a qualquer custo é a familiar (com parentes de 1º grau, e olhe lá!), afinal não existe ex mãe, ex pai, ex irmão ... Para qualquer outro tipo de relação (amigos, namorados, colegas de trabalho, etc.) se vc precisa se justificar demais, se explicar demais, esperar demais, ceder demais, é porque a relação não está te fazendo bem e talvez seja hora de desistir.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Descolei um colaborador para o blog. Apesar dele falar que o texto abaixo não é um dos melhores que já escreveu, eu gostei muito.
Minhas futuras esposas

Crescemos com a idéia da existência de Príncipes e Princesas Encantados. Uma pessoa que aparecerá de repente e será o amor da sua vida e viveremos felizes para sempre. Mas o tempo passa. Tal pessoa não existe. Relacionamentos são construídos a sangue, lágrimas e suor. Percebemos que por mais que nossos pais sejam felizes, eles possuem dificuldades e desavenças. Que amor não é sinônimo de completa paz e harmonia e que, às vezes, ele pode se acabar. Vai-se a idéia do eterno e somos jogados na realidade. Chega a adolescência. Começamos a namorar, e constatamos que tudo é muito mais difícil do que imaginávamos. O outro é uma caixa preta que inutilmente tentamos decifrar. É mais fácil pilotar uma nave espacial do que entender um namorado ou uma namorada. Mas continua-se a lutar e acreditar em relacionamentos viáveis e pessoas possíveis. Penso comigo mesmo: “há tantas pessoas no mundo que eu posso me relacionar, é só esperar o momento certo”. Imagino quantas possíveis futuras esposas eu devo ter perdidas por aí. Mais uma vez o tempo passa. Seus amigos namoram, noivam e casam. Alguns fazem isso mais de uma vez. Nisso vem a idéia; “como ele faz isso mais de uma vez e eu não saio do zero a zero?” Surge uma neurosizinha dentro de mim. Mas tudo bem, convivo bem com minhas neuroses. Elas até fazem parte do meu folclore. Continuo à procura de pessoas namoráveis e casáveis. A família, no entanto, começa a pressionar: “quando tinha a sua idade,você e seu irmão já tinham nascido”, “seu irmão casou com a sua idade e você nem tem namorada”, “seu primo já está namorando há 5 anos”. Perseverantes, imaginamos que as pessoas certas ainda estão por vir. Paciência, no entanto, tem limite. Agüento com muita fibra todas as gracinhas, até a hora em que ouço: “tá escolhendo muito, vai ficar sozinho”. Fico irado! Como se nós fossemos obrigados a aceitar, goela abaixo, qualquer porcaria. Como se o relacionamento fosse um verdadeiro “se vira nos trinta”, e tivesse que ser resolvido agora. Ao ouvir isso, invisto-me do maior cinismo existente, e contrário a todas as minhas crenças, ao invés de efetuar um portentoso xingamento, digo: “Ainda não encontrei a minha princesa encantada”. Digo aquilo em que não acredito, mas podem anotar, ganho várias semanas de paz.

Autor: Lucas é meu irmão mais novo, poeta, filho preferido da mamãe, advogado (ninguém é perfeito), solteiro, quase 26 anos de micaretas e em busca de sua cara metade.
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Nota da editora: ninguém mais me pergunta quando vou casar, acho que já desistiram hahah, mas uma coisa que funciona muito nessas festas de casamento de família, repletas de tias-velhas que sempre fazem a pergunta clássica "quando será a sua vez?", comece a fazer a mesma pergunta para elas nos enterros de família. Logo logo vc não terá mais que responder essa perguntinha batida.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Devaneios Estatísticos
Concluí que de cada grupo de 10 pessoas, 09 são mal resolvidas em algum aspecto da vida. Dos 09 mal resolvidos, 02 encontram-se em recuperação (tratamento psicológico, vocacional, sexual, estético ou similar) e os outros 07 atormentam o resto do mundo com seus problemas, inseguranças, frustrações, traumas, etc. E, além disso, como sou uma mal resolvida em recuperação/ tratamento, também posso afirmar que um mal resolvido em recuperação que abandona o tratamento no meio, consegue ser ainda pior do que aquele mal resolvido que nunca fez tratamento. Depois deste post totalmente inútil, só me resta desejar bom fim de semana aos milhões de 2 ou 3 leitores que perdem tempo visitando esse blog.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Casamento piora saúde das mulheres

Segundo um estudo espanhol, o casamento afeta positivamente a saúde dos homens e de modo negativo a das mulheres. Então, homens casados e mulheres solteiras são as pessoas mais saudáveis. Esse tema já rendeu discussões acaloradas no meu trabalho. Sou a única mulher (e única solteira) de uma equipe com 10 homens (casados). Leia mais aqui e tire suas próprias conclusões.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Só pra quem gosta ...

E pra quem gosta de blues, vale conferir o showzinho da Sunrise que rola de vez em quando no Café Touché, na Praia da Costa. Final de noite alto nível.
Vocês viram que linda a lua estava no sábado à noite? Essa foto foi tirada da Rodovia do Sol, após churras com os amigos, com o carro andando. A fotógrafa estava com mal de parkinson potencializado pelos efeitos do álcool hehehe. Boa semana!
Blá, blá, blá ... eu te amo - parte 2

O show foi um luxo radioso de sensações ... Felicidade diante dos sucessos antigos (alguns em versões pesadas, deixando claro que de acústico o show teria muito pouco), de empolgação diante do bis perfeito, de raiva da platéia enfurecida que xingou o velho lobo por não ter ouvido a clássica Vida Bandida. Apesar da microfonia presente e do tecladista e quinteto de cordas ausentes, o show foi o máximo! Que venham outros. Vida longa ao rock’n’roll!

terça-feira, 26 de junho de 2007

Blá blá blá ... eu te amo
Em busca de alguém que goste de Lobão para ir ao show comigo, ligo pro irmão mais novo (o mesmo do episódio anterior).

- Eu: Oi, to querendo ir ao show do Lobão, ele é da sua época?
- Ele: Ah, quando eu nasci ele estava preso por porte de drogas.
- Eu: Hahahaha.
- Ele: Aceita carteirinha? Quanto custa?
- Eu: 35 reais a meia.
- Ele: Nossa, ele vai cheirar isso tudo?
- Eu: Hahaha, deixa pra lá.

Resolvi mandar torpedo pra uma amiga, também mais nova (não sei pq eu insisto nesse povo que nasceu na década de 80).

- Eu: Oi, vamos ao show do Lobão sábado? Sabe quem ele é?
- Ela: Ah, já ouvi falar ...
- Eu: Hum ...
- Ela: Se fosse o Mc Catra eu iria, eu gosto daquela música que fala que vai rolar o adultério.
- Eu: Desisti. Vou sozinha.
Apesar de preferir Lobão mais animado, numa quase overdose, balançando as madeixas que nunca foram penteadas, e saber que só vai rolar baladinha de uma versão acústica, eu vou. E que se dane essa história de que ele era inimigo das gravadoras e agora resolveu se vender. Vida longa ao rock'n'roll !

domingo, 24 de junho de 2007

Notas rápidas de um fim de semana.

Parte I
Enxaqueca, dor de dente, bicho de pé, impotência, dor de cotovelo, rinite, paixonite, alcoolismo, obesidade, depressão profunda? Banda Trilha cura! Vida longa ao rock’n’ roll!

Parte II
Queridas SFPS, eu sei que a Dublin não estava nos seus melhores dias e que o pub já teve público mais animado, mas eu me diverti horrores!

Piada da noite: meu irmão, morador do interior do ES, depois de passar num concurso público, em busca de uma tchutchuca que o aqueça nos dias frios, convida uma moçoila para sair.

Ele: oi, o que você quer comer hoje à noite?
Ela: uma carne na “tauba”.
Ele desanimado: tá bem, então nos vemos mais tarde.
Ela: busca “eu”?
Ele mais desanimado ainda: você é a Marisa Monte? Tem licença poética pra falar assim?
Ela não entendeu.
Ele desistiu.

Parte III
Chutei a dieta neste fim de semana. Minha mãe comemorou seis décadas. A orgia gastronômica familiar foi no Domus. Parabéns a ela e ao filé de haddock ao creme de champagne, com risoto grana padano que eu comi. Tudo divino!

quinta-feira, 21 de junho de 2007

O inverno começa às 15:06 h desta quinta-feira. A melhor estação do ano pra dormir, ver tv, assistir um monte de dvd enrolada no edredom, reunir os amigos em casa pra comer fondue, tomar vinho, ir a pubs, subir a serra e tomar um café colonial, aproveitar os Festivais de Inverno por aí, relembrar como é bom o chocolate quente do Fritz Frida em Domingos Martins, acender a lareira, tomar mais vinho, ficar morgada no sofá, dormir com meia, tirar os agasalhos do armário, encontrar uma nota de cinquenta reais no casaco pendurado desde o último inverno, ler mais, tomar banho quente, ficar mais tempo na cama e ouvir a chuva cair lá fora.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Tem tanta gente escrevendo coisas tão legais por aí, que estou lançando a Semana dos Textos Requentados. Os créditos deste vão pras garotas que dizem ni. Prometo voltar mais inspirada semana que vem, e com texto novinho.

Clima de Aeroporto
Eu choro no cinema, no teatro, no comercial do hidratante com a menininha de sardas. Choro lendo livros, quando discuto, quando me fazem um elogio bonito. Desentupir o canal lacrimal, aqui, nunca foi problema. Imaginem, então, o que acontece dentro de um aeroporto... Oh, sim, aeroporto! Não tem lugar mais emotivo do que aquele onde descem e sobem aviões cheios de gente, sentimentos, memórias, reencontros, despedidas...

Aeroporto já foi sinônimo de glamour, o ambiente era outro, quase restrito a senhoras perfumadas e encasacadas ou executivos viajando de férias com a família. Viajar de avião era chique. Ir ao aeroporto despedir de algum parente era quase um evento, valia até colar o rosto na vidraça para ver a aeronave partir. O ritual levava tempo. Mas quem estava com pressa?Hoje em dia, bem ao contrário, todo mundo parece estar morrendo de pressa nos aeroportos. Azar, porque justo agora o pessoal que comanda os ares decidiu pôr o charme de lado e ficar bem menos romântico. E sendo que não há qualquer graça em dormir com a cabeça apoiada na mala amargando um atraso de seis horas na partida, o aeroporto rende mais enjôo de raiva do que enjôo de ansiedade.

Mas mesmo com essa aura de ódio que aterrisou nas pistas, os aeroportos ainda mostram seu espírito. Quer sentir uma lagriminha rolado bochecha abaixo em segundos? Vá lá ao desembarque internacional e finque os pés frente à porta de saída dos passageiros. Famílias ainda levam faixas e cornetas para recepcionar a adolescente que passou um ano estudando fora. Namorados ainda seguram um ramalhete de rosas para sua garota que acaba de retornar do interminável curso de inglês (de duas semanas). Crianças se balançam a espera dos pais em férias – e dos mimos do freeshop. É de fazer este coração aéreo, aqui, bombear sangue aos barris.

Porque a mulher pode ser uma bruxa a maior parte do tempo, mas quando vê surgir o marido pela porta automática, abre um sorrisão, dá passos corridinhos e o abraça pelo pescoço. Arruma-lhe a gravata, faz carinho no cabelo, pergunta se a viagem foi muito chata. Ver surgir um amigo, um parente ou a cara-metade por aquele vidro reforça qualquer relação. No desembarque doméstico acontece semelhante, mas dada a rotina de gente que trabalha muito pelo país afora, a magia se quebra um pouco. A maioria, acredite, sai pelas portas com urgência de achar um táxi – ou, pior ainda, em busca do moço que tem seu nome na plaquinha. Moços de plaquinha só recebem aperto de mão e um "legal, onde está o carro?".

Já nas áreas de embarque, eu não piso. É como visitar cemitério em Dia de Finados, um enterro só. Moleques chorando sem soltar a perna da mãe que viaja, garota se debulhando pelo rapaz que vai com os amigos pra Porto Seguro, pais que vão abanando a mão até a filha atingir o posto da Polícia Federal. É um drama, uma depressão, uma agonia. Vai ver por isso instalaram em Cumbica um belo muro na entrada do embarque. Despede no corredor mesmo, criatura, não vá chorando saudade até o raio-X de bagagem.

Não sei se é pura tolice minha, mas acho mesmo que existe um "clima de aeroporto". Vai ver são todas aquelas malas que emanam uma vibração emotiva – ou, vai ver, é algo que misturaram no cafezinho e impregnaram nas páginas de jornal da revistaria. Mas sinto no ar. Se processassem e embalassem esse clima, serviria como pó chinês, aquele que os atores usam para chorar. E não adianta vir com quiosque legais e lojinhas de imposto reduzido para aplacar nosso coração em chamas! Não adianta instalar restaurantes de porcarias gordurosas que dão felicidade, não adianta vestir as atendentes de companhia aérea com o uniforme vermelhão e litros de maquiagem! Sabemos que o nó na garganta virá, mais hora ou menos hora. Passou a cancela do estacionamento, vai rolar um muxoxo. Se não for pelos seus próprios entes queridos, que ficarão para trás ou chegarão em frente, será pelos entes queridos dos outros. As cenas assim são fortes para qualquer um. Eu que o diga.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

E pra começar bem a semana, Quintana e sua Arte de Viajar: A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa, como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo. Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali. Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Love is beautiful

Dia dos Namorados e Dia de Santo Antônio são temas afins que merecem comemoração à altura. Como normalmente o Dia dos Namorados é comemorado em alguma fila de um bom restaurante, onde casais sem reserva se amontoam esperando por uma mesa, o que faz com que a data (totalmente comercial) perca o pouco glamour que lhe resta, resolvemos inovar este ano. A comemoração foi coletiva, com uma super festa na casa de uma amiga, regada a muito vinho e com um menu de fondue impecável! Aproveitamos a véspera do Dia de Santo Antônio (que é considerado Santo casamenteiro pelo povo português, onde nasceu, e pelo povo brasileiro) e fizemos uma festa temática, com o pobre do santo virado de cabeça para baixo, pra dar uma forcinha para as moçoilas solteiras e desamparadas hehehe. Seguem as fotos.

Fotos 01 e 02: convidados animados (Bianca, Rê, Marcelo, Renata)
Foto 03: o noivo e também especialista em fondue de carne Fredão
Foto 04: a noiva em sua coreografia casamenteira
Foto 05: o Santo virado de cabeça pra baixo

Nossas festas têm ficado tão boas que será necessário lista na portaria da próxima vez hahaha. Não sei o nome de todos os convidados (fotos 01 e 02) e isso é um ótimo sinal. A turma tá aumentando. Na foto 03 nossa amiga Play Falante mostra a técnica utilizada para conquistar "nosso" super noivo e garoto Herbalife. Nanda e Lelê (à direita), foram as bailarinas contratadas e animaram o final da festa com performances interessantes que não poderão ser mostradas num blog família como este.

sábado, 9 de junho de 2007

A autoria deste texto é atribuída a tanta gente diferente, que prefiro não chutar um autor.

Felicidade Realista
De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vuitton e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares? Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

domingo, 3 de junho de 2007

Retomando o tema deste blog e considerando a minha total falta de inspiração para escrever, aí vai um texto da Martha Medeiros que eu gosto muito. Boa semana!

Desconstruções
Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela vende de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa inventou um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente venda mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam idéias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito. Quem se apaixonou por uma fantasia, tem que desconstruí-la para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa. A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a deixar de amá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé. (Martha Medeiros)

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Blue Moon
A 2ª Lua Cheia de Maio, chamada de Lua Azul, acontece às 22:04 h de hoje, uma quinta-feira, dia da semana consagrado a Júpiter, planeta da generosidade, moral, ética, religiosidade, prosperidade e abundância. Segundo alguns místicos, os pedidos feitos durante esta Lua serão realizados numa velocidade espantosa. Tradicionalmente é chamada de Lua do Amor e favorece questões relativas ao amor próprio, o amor pelo outro, o amor universal. Nesta Lua Azul as conjunções Plutão/Sol e Saturno/Lua recomendam cautela com os relacionamentos e anunciam que é tempo de reestruturações. Será?

domingo, 27 de maio de 2007

Fazer o bem faz bem
Fazer o bem é bom para o coração, sistema nervoso e sistema imunológico. Pesquisas americanas revelam que o fato de realizar regularmente trabalho voluntário aumenta muito a expectativa de vida. Faz bem para o outro e para você. Assim, estão todos convidados a fazerem doações de brindes para a Festa Junina do Hospital São Lucas, que acontecerá dia 02 de junho. A festa visa arrecadar fundos para manutenção básica de medicamentos e utensílios do hospital. O Hospital é mantido pelo Estado, mas a demanda é muito maior que a capacidade.

Hospital São Lucas
Rua José Vicente nº 1.533, Forte São João
Vitória - Tel.: (27) 3381-3354

Diga sim ao voluntariado
Se quiser ir além de doações esporádicas, conheça o Fundo Cristão para Crianças. O Fundo Cristão completou 40 anos de atuação no Brasil em 2006, desenvolvendo programas nas áreas de educação, saúde, segurança alimentar e nutricional, desenvolvimento comunitário e conscientização sócio-ambiental, a partir de recursos obtidos do sistema de apadrinhamento e doações espontâneas de indivíduos e empresas. Vai muito além da doação mensal, proporcionando a melhoria das condições de vida da criança. O padrinho acompanha o desempenho escolar do afilhado até a universidade, se envolve emocionalmente trocando cartas e fotos. Há 6 anos eu participo do FCC e sou madrinha do Antônio, de 11 anos, morador de Francisco Badaró (MG). Apadrinhe uma criança, não vai te custar mais do que R$ 37,00 por mês e o retorno emocional vale muito a pena.