sexta-feira, 18 de maio de 2007

Qualquer semelhança com o post anterior não é mera coincidência.

Rock’n’ roll all night - parte II
Uma das 195 vantagens de ser solteira-legal-bonita-independente-modesta é poder ir pro rock numa quinta-feira. Melhor ainda quando se tem amigas igualmente solteiras-legais-bonitas-independentes-modestas. A banda Máfia é t-u-d-o. Vida longa ao rock’n’ roll!

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Rock’n’ roll all night
Uma das 195 vantagens de ser solteira-legal-bonita-independente-modesta é poder ir pro rock (balada/night) numa quarta-feira. Melhor ainda quando se tem amigas igualmente solteiras-legais-bonitas-independentes-modestas. Reconheço que são poucas as bandas capixabas que me comovem. Não passo nem perto de axé, pagode e forró. Isso limita muito o meu campo de diversão. Mas, ontem o céu estava favorável, lua nova em touro, marte em áries, isso deve ter influenciado. O cara aí de cima manda muito bem! Que presença de palco! Fui dormir de bom humor. Vida longa ao rock’n’ roll!

domingo, 13 de maio de 2007


Muita gente tem medo de se envolver. Muitos não querem perder a liberdade ou vivem atrás de um par perfeito que não existe. O medo do envolvimento se apresenta com várias caras. Algumas pessoas são tímidas e têm dificuldade na conquista. Outras são compulsivas na conquista, sentem necessidade de se sentirem atraentes e desejadas o tempo todo. Esse comportamento pode ser motivado pela auto-estima baixa e necessidade de ter alguém elogiando a todo momento.

Você pode fugir de um relacionamento por muito tempo, pode achar que ficar cada dia com um é mais fácil, que variar é bem mais interessante. Não tem envolvimento, nem cobrança. Mas, é bem provável que alguém assim vá se deparar, em algum momento da vida, com uma espécie de deserto emocional. Aventurar-se em muitos encontros pode ser bom, mas não lhe dá profundidade. Estar só é mais confortável no sentido de não ter a mão de obra que uma relação dá. Somente quando você se relaciona com alguém, compartilhando sua vida, é que você tem acesso a muitos dos seus talentos que ficam escondidos.

Outro dia, conversando com minha terapeuta, contei que ouço muita gente comentando que quer namorar, quer “ter alguém pra chamar de seu”, mas esse discurso não é praticado. Muitas desejam isso, mas continuam na “pegação”, sendo escolhidas, no lugar de escolher. Contabiliza números como se fosse um troféu, mas continua voltando pra casa sozinha depois de uma “night”. Ou voltando acompanhada e ouvindo um “se cuida” (cuide-se) no café da manhã. O “se cuida” significa que o outro não estará mais ali para cuidar de você nas manhãs seguintes.

Resta-nos aprender a amar com toda esta liberdade?

Claro que um relacionamento não gera envolvimento e profundidade automaticamente. Tem gente que está junto há um tempão, mas só superficialmente. Não expõe os próprios medos, não se propõe a crescer com o outro, não se entrega. Ou simplesmente está junto para não estar sozinho. Vai empurrando o relacionamento até o outro achar que aquilo já devia ter acabado e colocar um ponto final naquele faz-de-conta sem sal.

A questão não é estar sozinho ou acompanhado. Mas, se envolver quando está acompanhado e não aceitar qualquer coisa só para não estar sozinho. É vivermos os nossos discursos, de forma coerente. Tenho tido pouca paciência (isso não é novidade) com quem não assume os próprios desejos e sentimentos e tem um discurso totalmente desconectado da prática.

Será que justificar que o ser humano é complexo resolve? Bem, eu prefiro achar que estamos cercados de pessoas muito mal resolvidas, inseguras e que não assumem os próprios medos.

Pego emprestado um trecho do blog das SFPS, que coloca que os relacionamentos afetivos devem ser estritamente amorosos e nunca um fardo ou uma obrigação e, de preferência, movidos pelo fato das pessoas se amarem de verdade.

Boa semana!

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Momento auto-ajuda da semana:
Apesar de nossas lutas internas, sempre temos opção.
(Peter Parker em Spider-Man 3)

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Variações sobre o mesmo tema ...
Por falar em culinária, hoje ganhei de presente o livro de Tempero da Dadá. Show!

domingo, 6 de maio de 2007

Nos últimos meses, pouca coisa tem me dado tanto prazer como sair pra jantar. Considerando que raramente consigo passar do terceiro chopp, sair para beber nunca foi um dos meus esportes favoritos. Cozinhar tem sido uma ótima terapia, mesmo que o meu tempo seja reduzido para minhas incursões culinárias. Outro dia vi o Alex Atala ensinar a fazer Fettuccine de Pupunha à Carbonara. O cara é fera. Foi o primeiro brasileiro a entrar no ranking de 50 melhores restaurantes do mundo, da revista inglesa Restaurant Magazine, e em 2006 faturou o Prêmio Profissional da Gastronomia do Ano. Preciso descolar uma ida a São Paulo pra me esbaldar no cardápio do D.O.M.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Cenário: jantar de noivado de amigos num restaurante badalado da cidade.
Cena 1: noivo apaixonado e muito emocionado erra na hora do discurso e pede a mão da sogra em casamento. Cena 2: amiga da noiva chorando durante o discurso do noivo, dizendo que aquela situação é o sonho dela. Cena 3: convidados animados com doses generosas de prosecco intercaladas com whisky e pega-pega generalizado na pista. Cena 4: amiga toma todas e fica caída no banheiro. Fim de noite num pronto-socorro, aguardando a paciente tomar soro com glicose, enquanto as acompanhantes da amiga desfalecida dormiam nas cadeiras da sala de espera. Cena 5: no meio do atendimento, descobrir que paramos no lugar errado, que aquele pronto-socorro não era público, que lá não aceitava cartão de credito, nem os planos de saúde tradicionais e que ninguém tinha dinheiro pra pagar a conta.
Se a festa de noivado foi animada assim, imagina o casamento...