quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O Carnaval em Visconde de Mauá me lembrou um ditado italiano, que adaptado ficaria assim: "se você quer tomar uma cerveja em Mauá com um amigo, leve a cerveja, o copo e o amigo". Eu já sabia que o ritmo era tranquilo, por isso nós fomos. A pousada era uma graça, com atendimento ótimo. Levamos baralho, computador, livros e ventilador (ar condicionado é raríssimo naquele lugar). Maringá é mais movimentada, tem restaurantes bonitinhos e tal. Maromba tem uma rua com uma igrejinha (por isso você reconhece que chegou ao centro) e serve de passagem para as cachoeiras. Como eu sou mais fã de praia do que de mato e cachoeira, usei todo meu desprendimento e lá fomos nós. Estrada de chão pra lá e pra cá, conhecemos o Escorrega, que é de verdade uma queda bem bonita, onde as pessoas se divertem escorregando, e eu tirando foto, rs. Meu carro, motor "umpontonada" não resistiu e deu piti elétrico. O vidro não subia mais, o sensor do combustível parou, enfim ... preciso de um jipe! No meio de tanta coisa natureba, teve um dia que me rebelei e comprei fandangos sabor presunto e uma coca-cola. Falando sério agora, a comida local é muito boa. Tem truta para todos os gostos. Sem contar das lojinhas com queijo curado, temperos e outras delícias. No domingo de carnaval assistimos a um show do Leo Gandelman na pousada Terra da Luz. Pra quem não sabe, o nome dele era Leo G e fazia dupla com seu irmão Kenny G. Ok, é mentira, mas eu achei "tudoamesmacoisa". E ele, claro, achou "nada a ver!" a comparação, rs. Para quem curte comida japonesa, o Warabi é um restaurante que fica dentro de uma pousada em Maringá. Lugar muito fofo e comida boa. Ok, passada a tranquilidade do feriado, voltamos com a programação normal: muita praia e teatro. Só não quero voltar pra alimentação porcaria, porque as fotos do carnaval mostraram estragos estéticos suficientes para o início de uma dieta imediata. Beijos e bom final de semana!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

É pra derreter
Hoje eu entendi a utilidade da temperatura máxima que é divulgada a cada previsão do tempo. Para quem mora na zona sul do Rio e reclama do calor, não tem a menor noção do que é o calor de Realengo! Lá faz a máxima prevista sempre! Fui visitar um projeto social na zona oeste e voltei até meio tonta, com tanto calor. Chega logo feriado! Quero fugir daqui e me refugiar num lugar mais fresquinho.


Sou a mais nova apaixonada pelo pastel de camarão do restaurante O Caranguejo em Copa. Fica ali na esquina da Xavier da Silveira com a Barata Ribeiro. Final de tarde, com um chopp gelado, hum ... delícia! Carnaval tá chegando. Aproveitem o feriadão!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Frejat encerrou a programação do Noites Cariocas no Pier Mauá. Show super bem produzido, bem ensaiado, lugar bonito, cheio de estilo. Apesar disso tudo, não me comoveu. Gostaria que ele tivesse tocado mais músicas do disco solo e mais Barão. Acabou cantando Marina, Roberto Carlos, Legião, Paralamas, Vinícius Cantuária (lembram dele?), etc. Para não parecer banda cover, foram feitas versões (bem diferentes) das músicas dos outros. Tenho restrições a versões. Como eu não tenho nenhuma capacidade técnica de falar se eles tocam bem ou mal, se o arranjo tal foi bem feito etc, deixarei os comentários do estilo para quem entende. Como leiga, eu apenas gosto ou não gosto. A abertura do show foi feita pela "super animada além da conta" Mariana Aydar, tocando um sambinha, MPB, sei la o quê, meio fora do estilo do público qua aguardava uma banda rock'n roll.Uma coisa que não entendo é porque um show precisa começar 1h da manhã. Só mesmo um banho de mar foi capaz de me acordar na tarde seguinte. É a idade. Beijos e boa semana!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Restos
Fagundes interpreta Edward Carr, homem simples, pai devotado e comerciante de sucesso, vê seu cotidiano destruído com a perda da única mulher da sua vida, com quem se casou após conquistá-la e tirá-la de uma relação convencional.
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Com um isqueiro nas mãos, terno preto e descalço, Antonio Fagundes entra em cena iluminando a platéia, que fica na escuridão completa, nos minutos que antecedem o início do espetáculo. Ele acende um cigarro – o primeiro de alguns que são tragados na peça – e começa falando sobre o vício. Aos poucos o cenário vai clareando e a história também se desenvolve. O texto, muito bem amarrado e interpretado pelo ator, traz à tona discussões sobre temas como família, relação entre uma mulher mais velha e um homem mais novo, dinheiro, questões da vida atual e, naturalmente, sobre a morte(1).
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Monólogo sempre corre o risco de se tornar cansativo. Fagundes tem o desafio de prender a atenção do público e construir uma relação próxima e intensa com as pessoas, que fixam os olhos nos movimentos e expressões do personagem. Na maior parte do tempo consegue. Ao passo que ele vai contando sua história, é possível imaginar as cenas de acordo com a narração de Edward, mostrando que o texto é realmente muito bem construído. O inusitado fica por conta do desfecho.
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Na hora de comprar o ingresso, o público dá de cara com um enorme relógio na bilheteria, com o aviso de que o espetáculo começa rigorosamente no horário. Não é permitida a entrada após o início da peça. Quem fica de fora não tem o valor do ingresso restituído. Ajustem seus relógios e assistam. Vale a pena. Beijos e bom final de semana!
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Restos
Teatro dos Quatro - Shopping da Gávea
Horário: quinta a sábado, às 21h30 e domingo às 20h
Preço: R$ 70,00 a R$ 80,00

(1) Fonte: www.rabisco.com.br

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Hoje, vindo trabalhar, ouvi uma entrevista com a Solange Frazão, falando dos benefícios do exercício para a saúde, da importância de vencermos a preguiça na hora de ir malhar e bla bla bla. Acho que foi um sinal pra eu destrancar a matrícula da academia.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Estamos a algumas semanas para a chegada do Carnaval, mas a loucura já começou. Andar de bicicleta no sábado foi uma tarefa complicada. Bloco indo, vindo, gente espalhada, bêbados, aquele cheiro horrível pelas ruas ... Eu não gosto mesmo de carnaval. Domingo a praia estava linda, com o mar transparente e a água na temperatura perfeita. A volta foi fugindo dos blocos. Olhem acima a quantidade de blocos que saem no carnaval do Rio! Se você, ao contrário, não quer fugir deles, clique aqui e escolha o seu.