quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Depois de escolhido o vestido de noiva, um tomara-que-caia que eu gostei muito, é animador ler Glorinha Kalil e Costanza Pascolatto falarem sobre quem deve ou não usar esse modelo. 1) Quem tem corpo curto não deve usar. Porque fica sem espaço entre o pescoço e a cintura. 2) Tomara-que-caia exige cintura fina. As muito baixinhas e sem cintura parecem uma salsicha num tomara-que-caia muito justo. 3) As costas precisam ser magras. Senão, o vestido faz umas pregas nas costas. 4) Não há limite de idade. O mais importante para vestir bem um tomara-que-caia é a qualidade dos braços. 5) O bronzeado da brasileira valoriza o tomara-que-caia. As muito brancas não ficam tão bem. Dá um certo enjoo ver toda aquela alvura exibida. Ainda bem que eu não sou baixinha, branquela e nem tenho costas largas ha ha ha. Acho que vou parar de ler sobre o assunto nos próximos meses.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
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As coisas difíceis não são fáceis. Mas, como Deus escreve certo por linhas tortas, então vamos com calma que tudo se resolve no tempo certo. No mundo corporativo, o saber esperar é uma virtude.
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Estou lendo Comer, Rezar, Amar. Nem preciso falar que adorei a primeira parte do livro, onde a escritora passa uns meses na Itália só para aprender italiano. Entendo perfeitamente o fato de alguém ir para Itália apenas para aprender a língua, porque eu já fiz isso por 3 meses quando eu tinha 22 anos. Bem, por que estou falando duas coisas tão diferentes num mesmo post? Porque eu lembro que em algum momento do livro, um motorista de taxi, em Roma, pergunta pra escritora qual é a palavra dela no mundo. Que todos temos uma palavra principal na nossa vida e ela pode mudar, dependendo do momento que estamos vivendo. Atualmente a minha palavra é PACIÊNCIA.
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Bom final de semana!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Comecei a fazer hidroginástica. São tantas mulheres grávidas na minha turma, que cheguei à conclusão que deve ser efeito daquela água morna da piscina. Elas manuseiam o macarrão com tamanha agilidade e rapidez , enquanto eu mal consigo coordenar movimento de braços e pernas sem afundar. Eu sabia que eu tinha que ter treinado coordenação antes, subindo escadas e mascando chicletes ao mesmo tempo. Depois que eu tiver entrosada com a performance aquática, já poderei passar para o módulo avançado de coordenação de pernas e braços que é aprender a tocar bateria. Que Nossa Senhora da Coordenação Motora me ajude. Beijos e bom final de semana.quarta-feira, 6 de maio de 2009

Fui almoçar com amigas no Don Camaleone e adorei! Cheguei à conclusão que estou morando no Rio e trabalhando em Vitória, porque o restaurante abriu em dezembro e só hoje eu tomei conhecimento. Com estilo inovador, chama atenção pelo serviço. Cada garçon, de nível universitário e bilíngüe, tem um estilo diferenciado e o atendimento conquista. O proprietário trouxe a trupe toda de São Paulo e colocou os funcionários morando numa casa linda na Ilha do Boi. A combinação funcionário bem treinado e feliz + comida deliciosa + preço convidativos + boa localização é um presente para o capixaba, acostumado ao serviço sofrível do estado. A escolha do nome 'Camaleone' mostra as várias facetas do local. A Don Camaleone foi toda pintada à tinta óleo e no teto do salão principal uma luminária reproduz o conceito da obra de Mondrian. Abre com pratos executivos para almoço, à tarde o cardápio inclui cafés e sanduíches e à noite fica por conta das pizzas. Para quem ainda não conhece, fica na esquina das ruas Desembargador Sampaio e Eugênio Neto, na Praia do Canto.
terça-feira, 5 de maio de 2009
O amigo: Tô bem contente com o lance da biópsia bacana ... A paciente: Nem te conto, eu já tinha marcado um outro médico no Rio, daí fui ontem pra ouvir uma quarta opinião. Desnecessária, né? Três médicos já haviam falado a mesma coisa. O amigo: E? A paciente: O médico olhava pra minha cara e não sabia o que era aquilo. Então ligou pra um amigo e leu o exame pelo telefone. O outro médico, sem ver meus exames, explicou o que era e pediu revisão de lâminas por via das dúvidas. O amigo: Que onda... A paciente: Que eu não vou fazer, claro. O amigo: Claro que não. A paciente: O maluco que me atendeu, que não sabia o que eu tinha, falou que eu deveria parar de tomar anticoncepcional. O amigo: Ra ra ra. A paciente: E que depois da revisão de lâmina, se alguém tivesse dúvida ainda do que era, podia mandar o exame para os Estados Unidos. O amigo: Pra NASA! O amigo: Departamento Roswell. A paciente: Gente, mas a dúvida era dele que não entendia, e não do cara que fez meu exame no laboratório. O amigo: É um alien em tí. A paciente: Eu acho que fui abduzida. O amigo: Pode ser, pode ser. A paciente: O sujeito olhava pra minha cara e falava assim: isso é raro e típico de criança. O amigo: Tá super comum hoje em dia. Esses ETs perderam a noção da discrição. O amigo: O cara disse que era típico de criança? A paciente: Disse. Olha que situação constrangedora, ficaria melhor se ele falasse que não sabia e mandasse procurar outro médico. A paciente: Então, um ET criança me abduziu. Tá explicado. O amigo: Ou você foi abduzida quando era criança, mas como não cresceu mais nada, os ETs ficaram confusos e o dispositivo ficou la esquecido em tí. O amigo: Meu, o bom mesmo disso tudo é podermos nos divertir. PS.: Melhor se fosse piada, mas foi verdade. E pensar que quando eu liguei pro consultório, para marcar a consulta, a secretária me perguntou se o caso era "maligno". Eu respondi que eu havia feito Adminitração de Empresas e que era essa a pergunta que o médico deveria responder. E foi assim que eu perdi minha tarde de segunda-feira.
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