terça-feira, 24 de junho de 2008

Fico impressionada como as pessoas justificam o próprio fracasso ou insatisfação olhando para fora e não para onde deveriam: dentro delas mesmas. Concluir que o outro é mais feliz ou resolve tudo mais fácil porque: ele ganha melhor e pode comprar o que quer e/ou ele tem emprego melhor, etc, é a maior estupidez. É um tiro no próprio pé, atitude de quem só olha o meio copo vazio, nunca o meio copo cheio. Atitude de quem não quer se mover pra tentar resolver nada. Achar que o mundo é cruel e que " se Deus quiser a minha hora vai chegar" é a atitude mais passiva que eu já vi na vida. Não estamos tirando daqui o mérito de se ter fé, mas achar que isso, por si só, já é o suficiente, são outros quinhentos. Lembrei de uma parábola que fala de uma situação dessas:

"Uma pequena cidade do interior estava enfrentando uma enchente, cada vez mais o nível do rio estava subindo, então resolveram evacuar a cidade. Levaram toda a população embora, menos o padre que resolveu permanecer na igreja. Os bombeiros foram buscá-lo, mas ele disse pra não se preocuparem que Deus viria pegá-lo. Passaram duas horas. O rio subindo cada vez mais. Os bombeiros mandam um barco buscar o padre, e ele na mesma, dizendo que Deus iria ajudar. Mais duas horas e nem os barcos podiam ir lá, então mandaram um helicóptero buscar o padre que se recusou a ir porque Deus iria ajudá-lo. Como não tinham mais nada a fazer, desistiram do padre, e o padre morreu afogado. Chegando ao céu ele foi direto falar com São Pedro: - Mas por que? Sempre tive uma vida correta. Porque Deus não foi me ajudar? Aí São Pedro explodiu: Mas como, até um helicóptero para te salvar nós mandamos ..."

A piadinha acima explica bem a atitude passiva de algumas pessoas. Por mais que aconteça ajuda externa, uma hora elas deverão ter a coragem para fazer algum movimento e pular no barco para serem salvas. Nem sempre a ajuda que esperamos vem no formato que idealizamos. Por isso, reclamar ad eternum é mais fácil. Afinal, curtir uma deprêzinha porque tudo vai mal é mais fácil do que tomar as rédeas da própria vida. Se você acha que a vida está contra você, ela está mesmo. Prove a ela o contrário. Beijos, navegantes, e até o próximo post!

sábado, 21 de junho de 2008

Fico "encantada" com as opções musicais para sábado à noite:

* Show da dupla Mato Grosso e Mathias no Rancho do Cowboy.
* Jeito Moleque e seu pagode no Ginásio Álvares Cabral.
* Arraiá com Trio Potiguá e Forró Comichão no UP.
* Look Lounge: Noite Caliente com Go Go Dancers.
* Zambabem no Teachers.
* Marcelo "esqueci a letra" Ribeiro no Turk.
* DJs na The One, na São Firmino e no Wall.

Antes que eu morra de enjôo vou ouvir meu dvd recém adquirido do Led Zeppelin enquanto procuro algo para salvar a noite de hoje. A tarefa árdua de buscar algo que valha a pena me mostrou duas opções que podem salvar a noite:

* Blacksete no Bliss Bar.
* Escaranovos no Jazz Café (que eu já ouvi na quinta-feira)

Só bebendo muitas garrafas de champagne pra conseguir sobreviver a essa total falta de boas músicas. Bom fim de semana!

domingo, 15 de junho de 2008

Adoro o que o Flávio Gikovate escreve. Ele é psiquiatra, tem 41 anos de clínica e já atendeu a mais de 8 mil pessoas. Li uma entrevista sobre seu novo livro "História de amor com final feliz". Como o tema tem tudo a ver com este blog e eu desisti de copiar a colar a entrevista porque ficou enooorme, segue o link da entrevista aqui.

sábado, 14 de junho de 2008

Olha a chuva! É mentira!!!
Hoje foi dia da festa junina organizada pelos colegas de empresa. Sou uma criatura que não sabe dançar nadinha, e não faz muita questão de aprender. Mas, Arraiá é uma festa que eu curto, e muito. Por não saber dançar, eu sempre erro tudo, caio no chão, enfim, uma lástima. Mas o tanto que eu me divirto não tem preço. Na hora de alugar um vestido pra a festinha, tava enjoada daqueles modelinhos super coloridos de sempre, cara toda pintada exagerada... Resolvi ir de noiva, sem avisar. Foi a sensação. Todos queriam tirar fotos com a noiva. Além disso, os noivos encabeçavam a fila da quadrilha. Logo eu que tenho que ficar olhando qual o passinho da vez pra imitar, tava encabeçando a fila. Se não fosse o google, até agora eu não saberia a diferença entre anarriê, tu, balancê, alavantu. Errei todos e ri muito. Na hora do casamento eu tive que fazer despedida da noiva com todos os cavalheiros, e isso significava dançar com todos, só que um de cada vez. To morta de cansada, mas o tanto que me diverti valeu a pena. Na volta ainda dei uma voltinha clássica na Praia do Canto e percebi que: não adianta as moçoilas passarem horas no salão, comprarem roupa nova, usarem duzentos quilos de maquiagem da MAC. Passear de carro vestida de noiva caipira dá muito mais ibope. As fotos estão no lugar de sempre.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Ontem fui apresentada ao mundo dos Backyardigans. Até então eu nem sabia do que se tratava. Folheando a revista Veja na casa da minha mãe, minha sobrinha identificou a foto dos bichinhos coloridos e veio gritando - "Renata, me dá um Backyardigans?". Com apenas três anos ela já não me chama de tia. Considerando que domingo passado ela apareceu no meio da sala e disse: "que raiva, papai disse que tenho que ir a missa" (para a tristeza do avô, ex seminarista), o gênio difícil não nega que, geneticamente falando, a tia sou eu. Agora eu estava no site da Ticket Master, procurando algum evento rock'n' roll, dei de cara com o anúncio do show dos Backyardigans. São 5 bonecos, numa versão latinoamericana, cantando por R$ 120,00!!! As outras opções na Ticket Master eram: Oswaldo Montenegro, Cláudia Leitte e Armandinho ( arghhh!). Prefiro os Backyardigans.

sábado, 7 de junho de 2008

Tá rolando em Vitória a mostra de decoração "Morar Mais por Menos". Para quem gosta de deixar o próprio canto mais bonito, vale a pena. Os preços são bem melhores que os da Casa Cor. Meu ambiente preferido é o quarto da foto acima. A mostra funcionará até 22 de junho, quando tudo será demolido para construção de um prédio. Um ótimo programa para um sábado à tarde, com direito a uma paradinha numa cafeteria para ver a vida passar.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Meu mundo vai parar de girar ...
Foi isso que me disse a otorrino depois de me passar um remédio extra power contra vertigens. Até hoje minha sensação de desmaio estava restrita a pressão baixa. Algo controlável e de fácil solução. Um salzinho debaixo da língua e uma deitadinha e pronto, tava resolvido. Até que eu tive a sensação de que meu armário embutido estava despencando em cima de mim. Na tentativa de segurá-lo eu fiz uma manobra radical e fui parar no chão. Conclusão: eu que estava caindo, não meu armário. Resultado: um roxo ridículo no meu braço, causado pela queda. Dessa vez o sal debaixo da língua não adiantou. No dia seguinte, deitada vendo um dvd, a tv rodou três vezes na sala, até eu fechar os olhos. E eu nem tinha bebido nada. No desespero fiz o que muitos fazem (erradamente): pesquisa no google + automedicação. Era inútil ir a um pronto socorro no final de semana, pra enfrentar uma fila enorme e dar de cara com um clínico geral que não saberia o que fazer comigo. Hoje fiz o procedimento correto e fui num otorrino munida de resultados de exames de sangue para queimar algumas suspeitas, já que vertigem é sintoma de um zilhão de coisas (colesterol alto, problema cardíaco, estresse, problema na cervical, disfunção no pâncreas, na visão, etc ... ou até mesmo sintoma de labirintite pura). Agora é partir para a bateria de exames. Antes disso o super mega remédio vai me tirar da crise e dessa sensação de jet lag. Eu era feliz quando achava que problema no labirinto era apenas não conseguir resolver o joguinho que vinha no encarte do jornal de domingo.